"No quinto dia, sempre graças ao carneiro, este segredo da vida do pequeno príncipe me foi de súbito revelado. Pergunto-me, sem preâmbulo, como se fora o fruto de um problema muito tempo meditado em silêncio. | ||
| - Um carneiro, se come arbusto, come também as flores? | ||
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( Capitulo VII de "O Pequeno Príncipe" - Antoine de Saint-Exupéry ) |
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Le Petit Prince.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Missing You..
Não existe no mundo palavras suficientes para descrever um sentimento tão forte quanto este. Saudade...
"Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz"
(Charles Chaplin)
"Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz"
(Charles Chaplin)
domingo, 28 de setembro de 2008
Wake up, my love.
Aqui, sentada diante do computador à olhar para a tela vazia e sem vida e à viajar por códigos binários, eu venho me iludindo com um mundo fantástico de sonhos... Um mundo irreal, um mundo de "mentiras", porém um mundo tão doce e encantador que me prende completamente nesse transe místico. Eu compararia esse transe ao complexo de Alice no País das Maravilhas. A pequena garotinha adormecida viaja por florestas encantadas, encontra criaturas estranhas e magníficas; animais e plantas que falam, cartas mágicas com vida própria e inumeros caminhos embriagantes. Seja tomando um chá com um Chapeleiro Louco e um Coelho Maluco ou jogando críquete com uma Rainha de Copas enfurecida e seu exército de cartas, Alice sempre busca uma só criatura em sua jornada: o Coelho Branco. Ela sofre em busca desde admirável Coelho, ela faz tudo ao seu alcance apenas para poder encontrá-lo, tocá-lo, saber que é real. Eu sou Alice, e como ela também busco pelo meu Coelho Branco. Eu o quero tanto. Poder tocá-lo, pegá-lo em minhas mãos e sentir seu pêlo macio, seu calor... Mas por quê foges tanto, Senhor Coelho? Tens medo de também perder-se por esse mundo de fantasias insanas? Ou o seu tempo é tão curto que não podes esperar um pouquinho apenas para que eu possa mostrar-lhe que nosso mundo de Maravilhas também pode ser real. Espere, Senhor Coelho... Ainda há tempo. Páre, escute... sinta. Mas a cada grão de areia que escorre no tempo você se afasta mais do calor dos meus braços...
É tarde, é tarde, é tarde.
É tarde, é tarde, é tarde.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
(re)começo.
Escrever um blog parece uma atividade tão simples, tão.. fácil. Mas conseguir colocar os pensamentos em ordem e transmiti-los em palavras é algo tão complicado, pelo menos para mim. Sempre fui uma pessoa fechada, quieta, tímida. Nunca chorei em público, jamais falei sobre sentimentos cara a cara e mantive sempre meu coração fechado para quem quer que fosse.
Você deve estar se perguntando, meu caro leitor, por quê então escrever um blog?
Pelo simples fato de quê é melhor você pôr para fora suas aflições, seus medos e suas tristezas do quê guardá-las para si, sufocando-se e acabando por explodir. Concluo que eu sou uma bomba-relógio.
Essa será minha válvula de escape, então paciência. As palavras fluirão, pouco a pouco, como tem que ser.
Você deve estar se perguntando, meu caro leitor, por quê então escrever um blog?
Pelo simples fato de quê é melhor você pôr para fora suas aflições, seus medos e suas tristezas do quê guardá-las para si, sufocando-se e acabando por explodir. Concluo que eu sou uma bomba-relógio.
Essa será minha válvula de escape, então paciência. As palavras fluirão, pouco a pouco, como tem que ser.
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